quinta-feira, 10 de março de 2011



FIGURAS DE CRIANÇAS


MISSÕES - FAZEDORES DE TENDAS, ISSO PODE DAR CERTO?



"O fazedor de tendas está sujeito a alguns perigos"
Antes de entrar no assunto principal, é preciso recordar exatamente o que é “fazedor de tendas” (ou missionário bi-ocupacional ou profissional em missões).

Max Warren afirmou:

Eu creio que existe um chamado para um tipo de atividade missionária

inteiramente nova a ser desenvolvida paralelamente aos moldes tradicionais…

Homens e mulheres… indo… como empregados assalariados comuns…

para trabalhar… com uma perspectiva cristã.

A recompensa financeira ou a promoção estarão completamente subordinados à sua vocação cristã.

É importante ter um conceito muito bem firmado sobre o que é um fazedor de tendas ou missionário bi-ocupacional. Vamos recordar três deles:

1. O fazedor de tendas é um cristão que trabalha num contexto transcultural, reconhecido pelos membros da cultura local como “algo mais” do que apenas um “religioso profissional”; não obstante, em termos do seu compromisso, chamado, motivação e treinamento, ele é de fato um missionário. (Don Hamilton)

2. Fazedores de tendas são testemunhas cristãs de qualquer nação que, com suas habilidades e experiências, obtêm acesso e se mantêm em outra cultura com o objetivo primário de fazer discípulos para Jesus Cristo e, onde possível, estabelecer e fortalecer igrejas. (TI – Tentmakers International)

3. Fazedores de tendas são discípulos de Jesus Cristo que, chamados por Deus e comissionados pela sua Igreja, usam seus dons, talentos e habilidades profissionais para servir ao Senhor em um contexto transcultural. (Interserve)

Como se vê, a maioria dos autores entende o fazedor de tendas no contexto transcultural. Isso é óbvio, no sentido de que, na nossa própria cultura, no final das contas, todos somos fazedores de tendas! Todos devemos ser testemunhas de Cristo em nossas vidas e trabalhos. Por isso, na missiologia, o termo “fazedor de tendas” é mais compreendido e difundido no contexto transcultural.

Motivação

Antes de ir para o campo, é preciso que o futuro fazedor de tendas avalie sua verdadeira motivação, que o está atraindo nesta direção. Algumas motivações, por exemplo, podem ser:

- Insatisfação com minha situação atual (fuga?)

- Gostaria de conhecer outras culturas (aventura)

- Vejo as necessidades e acho que posso ajudar (boa vontade)

- Estou disposto a ir e tenho condições e apoio (disponibilidade de recursos)

- Vou fazer o que eu gosto! (busca de realização pessoal)

- É legal! Tenho uns amigos que foram… (modismo)

- Creio que Deus me chamou (certeza da vocação)

Mesmo que haja um mix de motivações (quase todo missionário também é aventureiro…), a última opção acima deve ser a verdadeira e última motivação. Por isso, precisamos fazer a oração do salmista: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração: prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Sl 139.23-24).

Possibilidades

Erramos quando entendemos o testemunho cristão apenas como o anúncio das boas novas. Devemos trabalhar pelo reino de Deus no sentido integral. Ele nos deixou o mandato cultural (cuidado da sua criação) e o mandato evangelístico (proclamação do evangelho). Somos suas testemunhas e estamos trabalhando pela expansão do seu reino tanto quando evangelizamos alguém, como quando ministramos junto a um povo sofrido, quando cuidamos de maneira inteligente da natureza, quando produzimos melhorias nas condições de vida de uma comunidade, quando damos nossa parcela de contribuição na redução das taxas de miséria no mundo. É preciso obedecer paralelamente aos dois mandatos: um não exclui o outro. Daí o termo “missionário bi-ocupacional” ou “bi-vocacional”, que também é usado para fazedor de tendas.

Ficaremos frustrados se tentarmos medir nosso testemunho apenas pelo número de convertidos. Podemos nos realizar dentro do reino de Deus de diversas maneiras, como missionários bi-ocupacionais:

1. Testemunho de vida: trabalho honesto e eficaz, modelo de família cristã, amizade verdadeira, solidariedade. “Pregue o evangelho o tempo todo. Se precisar, use palavras”, disse São Francisco de Assis.

2. Alcance evangelístico específico: o missionário bi-ocupacional pode alcançar pessoas que o missionário tradicional às vezes não alcança, pois não carrega o clichê de “pastor” ou “missionário”. Ele pode penetrar camadas sociais de pouco acesso para o missionário tradicional, como pessoas do governo, pessoal de universidades, operários etc.

3. Ponte de contato: o fazedor de tendas pode se tornar numa verdadeira ponte de contato entre outros missionários e pessoas ou comunidades a serem alcançadas.

4. Apoio logístico: o profissional em missões pode apoiar trabalhos missionários de diversas maneiras, disponibilizando recursos próprios ou de sua organização para igrejas e missões, praticando a hospitalidade, recebendo e repassando encomendas e correspondência, fazendo compras para outros missionários etc.

5. Abertura de novas oportunidades: fazendo um trabalho de qualidade em sua profissão ou ofício, o missionário bi-ocupacional pode abrir oportunidades de trabalho para outros fazedores de tendas. O seu “chefe” logo vai lhe perguntar: “Você não tem algum colega em seu país que trabalha da mesma forma que você para nos indicar?”

6. Menor custo: no caso do profissional parcial ou totalmente auto-sustentado, o custo para a igreja mantenedora é substancialmente menor (se bem que sempre deve haver algum envolvimento financeiro da igreja e, ou missão, por menor que seja, para que se sintam participantes e co-responsáveis pelo trabalho). Mas é importante esclarecer que isso acontece na minoria dos casos,2 porque os países que precisam desta estratégia (locais de acesso restrito) são justamente, na sua maioria, alguns dos países mais pobres do mundo – onde os salários são baixos ou inexistentes. Muitos destes missionários entram como voluntários e dependem do sustento financeiro de suas igrejas e amigos no país de envio.

7. Realização profissional: o sentimento de ser útil e se sentir realizado geralmente é bem mais forte no fazedor de tendas. Ele pode ter se deslocado de sua terra de origem para suprir uma necessidade específica em um outro local. Às vezes, é o único profissional da área num raio de vários quilômetros, o que gera uma grande satisfação no serviço.

Dificuldades

1. Testemunho restrito: em países “fechados” ou de acesso restrito, há fortes e declaradas restrições ao testemunho cristão, seja por parte da empresa ou do governo.

2. Tempo reduzido: não é fácil “dar conta do recado” — ter tempo suficiente para trabalhar (em alguns casos, quando se contrata um profissional estrangeiro, é requerido dele muito mais do que 8 horas por dia: requer-se dedicação total mesmo!), desenvolver atividades propriamente “ministeriais” e de apoio à igreja local, aprender a língua etc. E, se o fazedor de tendas não aprender devidamente a língua e os costumes locais, o testemunho pela palavra se torna muito difícil.

3. Curto prazo: nos casos em que há salário, geralmente os contratos são de um a dois anos, quando não de alguns meses. Às vezes, existe a possibilidade de renovação de contrato. De qualquer forma, este prazo é bastante curto para se acostumar e adaptar bem à nova cultura, aprender a língua, praticar discipulado, ajudar no desenvolvimento da igreja local.

4. Falta de apoio: pelo caráter peculiar do fazedor de tendas, muitas vezes ele nem é reconhecido como missionário. Assim, falta-lhe apoio em muitos sentidos: cuidado pastoral, intercessão, comunicação com a igreja local e com outros fazedores de tendas para troca de experiências etc. Se ele fizer parte de uma agência missionária, e não for um fazedor de tendas independente, este apoio poderá ser suprido, o que será bem melhor para ele.

5. Isolamento cultural: grandes empresas criam condomínios fechados para seus empregados, com quase todos os recursos do seu país de origem, inclusive escola para os filhos na língua materna. Alguns acabam testemunhando apenas ali, no condomínio (o que já é um bom trabalho), mas não alcançam pessoas de outras culturas. Outro risco é a pessoa envolver-se apenas com outros colegas de trabalho estrangeiros, o que também não gera testemunho na própria comunidade.

6. Desnível social: em alguns casos, o fazedor de tendas recebe um salário bem mais alto que os nacionais, mora em casa bem melhor, às vezes em condomínio, têm mais recursos. Isso pode não ser um mal e ser até necessário para fazer o trabalho – mas também produz um afastamento social das outras pessoas.

7. Falta de preparo: não deveria ser assim, mas, muitas vezes, o fazedor de tendas tem um preparo bíblico, espiritual e missiológico aquém do necessário para enfrentar situações totalmente adversas e diferentes das que está acostumado.

8. Inviabilidade: o ministério bi-ocupacional é inviável em casos de ministérios específicos, que requerem tempo, período de permanência no campo e dedicação integrais do missionário. Exemplo: tradução da Bíblia para uma língua não escrita.

Perigos

Depois de ir para o campo, o fazedor de tendas está sujeito a alguns perigos, como:

1. Manter um nível de vida muito acima do nível dos moradores locais;

2. Buscar realização profissional como prioridade;

3. Querer voltar após “três ou quatro meses” (choque cultural);

4. Enfraquecer o seu compromisso inicial, o que pode ocorrer por diversas razões: preparo deficiente, falta de ligação com uma agência missionária e, ou, igreja de origem, falta de apoio ou mesmo preconceito da liderança evangélica local, falta de companheirismo, sobrecarga imposta pelo próprio trabalho, estresse, um novo relacionamento (no caso de solteiros) ou falta de adaptação do cônjuge (principalmente se a pessoa foi com um projeto só para ela mesma, sem incluir o cônjuge) etc.

5. Ser tentado de forma nunca antes experimentada. (Satanás não desiste de derrubar-nos e, longe do nosso convívio espiritual natural, as tentações virão, com certeza, mais fortes.)

Conclusão

Para minorar todos estes perigos a que realmente está sujeito, quem deseja se tornar um fazedor de tendas deve:

1. Ter certeza da vocação;

2. Estar sempre envolvido no trabalho de sua igreja local;

3. Sujeitar-se a um bom preparo e treinamento;

4. Buscar cobertura da sua igreja (em direção, oração, amizade e finanças);

5. Pesquisar boas agências missionárias, com ênfase em missão integral;

6. Manter-se informado sobre necessidades e possibilidades no campo;

7. Corresponder-se com um fazedor de tendas que já está no campo;

8. Integrar uma equipe no campo.

Um fazedor de tendas assim preparado, com a cobertura da igreja e da agência missionária, será tremendamente usado por Deus! Esta é a nossa oração!

Anexo I

Recursos para Fazedores de Tendas

1. Curso preparatório:

Programa de Fazedores de Tendas no CEM – Centro Evangélico de Missões


2. Guia autodidata:

Profissionais em Missões (disponível gratuitamente na internet)


3. Livro:

Fazedores de Tendas, Fazedores de Discípulos (de Philip Greenwood, Ed. Descoberta)

4. Associação:

AFTB – Associação de Fazedores de Tendas do Brasil


5. Agência para profissionais:


Interserve Internacional: http://www.interserve.org/

Fonte: O Cuidado Integral de Missionários 



segunda-feira, 7 de março de 2011

sábado, 5 de março de 2011

A PÁSCOA



1- Objetivo: Ensinar para as crianças que Jesus é a verdadeira Páscoa. Ele é o Cordeiro Pascal que foi morto para nos dar vida!

2- Quebra-Gelo: Quando você ouve a palavra “páscoa” o que vem à sua mente?

3- Versículo para Memorizar: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. João 1:29

4- Referência Bíblica: Êxodo 12

5- Mensagem:
A Páscoa está chegando! A maioria das pessoas pensa em coelhos e chocolates. Os coelhos são muito fofinhos, e é muito gostoso comer chocolate. Aliás, não precisamos ter uma data certa para comer chocolate, a única diferença é que o chocolate, nessa data, é feito no formato de um ovo. Mas qual é a origem dos ovos de páscoa? Era costume, em todo mundo, presentear as pessoas com ovos de galinha, ganso ou codorna. Esses ovos eram pintados à mão, com cores bem vivas e alegres. O coelho passou a ser símbolo da páscoa também, mas o que todos dizem é que o coelho representa a fertilidade, pois os coelhos geram muitos filhotes. O ovo era considerado símbolo de vida, o chocolate significa força e energia. Mas, na verdade , o significado da Páscoa tem a sua origem na Palavra de Deus, e não tem nada a ver com ovos de chocolates ou coelhos. Vocês se lembram da história do povo de Israel, quando eles viviam no Egito, como escravos? E o Senhor mandou pragas para que faraó deixasse o povo de Israel sair do Egito? Vocês se lembram de algumas delas? A última praga foi a morte de todos os primogênitos (filhos mais velhos), de cada família egípcia, inclusive a morte do filho do faraó. As crianças israelitas não morreram, porque o sangue de um cordeiro foi derramado nos batentes das portas das suas casas. Depois que aconteceu isso, faraó deixou os israelitas saírem do Egito. Eles foram libertos da escravidão. Por causa desse grande livramento, a Páscoa passou a ser comemorada, como a noite que Deus poupou Israel, salvando suas crianças e libertando a todos! O Senhor disse como a Páscoa deveria ser comemorada: “O cordeiro será sem defeito, macho de um ano; podereis tomar um cordeiro ou um cabrito… naquela noite, comerão a carne assada no fogo; com pães asmos (sem fermento)e ervas amargas a comerão… Comemorem esse dia como festa religiosa para lembrar que eu, o Senhor, fiz isso. Vocês e os seus descendentes devem comemorar a Festa da Páscoa para sempre.” . Essa celebração recebeu o nome de Pessach, que em hebraico significa passagem, nesse caso da escravidão à liberdade. Daí­ surgiu a palavra Páscoa. Por que comemoramos a Páscoa hoje? Jesus veio aqui na Terra, para nos reconciliar com Deus e nos libertar da morte e do pecado. Ele foi humilhado, maltratado e morreu como um cordeiro. Depois ele ressuscitou no terceiro dia, e hoje ele vive! Deus enviou seu filho unigênito (único), sem defeitos. Jesus é como aquele cordeiro da Páscoa dos hebreus. Todos os que aceitam seu sacrifício são libertos da escravidão do pecado e da morte, assim como os Hebreus foram libertos pelo sangue dos cordeiros passado nas portas.

6- Aplicação: Jesus ressuscitou na Páscoa. Ele deu novo significado a esta data. Ele trouxe a “boa-nova”, esperança de uma vida melhor, trouxe ensinamentos para que o povo se libertasse do sofrimento e do mal. Ele morreu para nos dar a vida eterna! A sua ressurreição simboliza o início de uma vida nova, uma vida liberta da escravidão do pecado! (Líder, faça o apelo pra quem ainda não aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador).

7- Atividade: Celebre a Páscoa com as suas crianças. Use carne assada ( ou salgadinho de bacon), ervas amargas (verduras amargas), pão sem fermento (ou pão sírio) e para tomar, suco de uva. Explique o significado às crianças: o cordeiro, que simboliza Cristo, sacrificado em favor da humanidade, o pão asmo, o nosso Senhor Jesus, que morreu por nós sem nenhum pecado, o vinho, simbolizando o sangue que Jesus derramou na cruz para nos salvar da morte, ervas amargas, representam a escravidão, serviam para lembrar o povo judeu como era ruim a escravidão no Egito, e hoje nos lembram como é ruim, ser escravos do pecado.

8- Comunhão / Encerramento


ESTUDO RETIRADO DO BLOG DA PASTORA MIRIAN GALLI DA IGREJA ÁGUA VIVA. MAUÁ. SÃO PAULO.   http://miriangalli.blogspot.com/

CALENDÁRIOS 2011


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terça-feira, 1 de março de 2011

O QUE ESTÁ FORMANDO O PENSAMENTO DOS NOSSOS FILHOS?






"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai." Fp 4:8


Como pastores e como pais, muito tem nos preocupado as coisas que têm penetrado na mente das nossas crianças, quais as informações que têm formado os seus pensamentos.


A Palavra nos ensina que as coisas verdadeiras, honestas, justas, puras, amáveis, louváveis, devem ser a base para a nossa forma de pensar. Sabemos que todas as informações que recebemos diariamente através da visão, audição, tato, paladar e olfato penetram em nossa mente e, conseqüentemente, formam a base para os nossos pensamentos. Por isso temos que ter muito cuidado, selecionando o máximo possível o que vemos, lemos e ouvimos para que a nossa mente seja programada de forma a agradar a Deus. E essa preocupação deve se tornar ainda maior em relação às nossas crianças. Sabemos que Satanás as cerca por todos os lados para penetrar as suas mentes desde a mais tenra idade, pois ele sabe que tudo o que é plantado na infância raramente se perde. Por isso o Senhor nos exorta a ensinar a criança no caminho em que ela deve andar (Pv. 22:6).


Como pais, temos a obrigação de ensinar os filhos. Existem milhares de livros, filmes, jogos, músicas, que a princípio parecem inocentes e agradáveis, mas têm, em si mesmos, o objetivo de perverter a mente das nossas crianças, arrancar de seus corações a figura de Jesus e encaminhá-las em um mundo de descrença, violência, morte, horror.


Precisamos, antes de permitir que nossos filhos leiam, ouçam, assistam qualquer coisa, saber do que se trata. Que livros os nossos filhos estão lendo na Escola? Que filmes eles assistem quando não estamos por perto? Que músicas eles ouvem que nós não conhecemos?


Há alguns anos uma série de livros intitulada HARRY POTTER vem se tornando a febre do momento entre as crianças e adolescentes. Algumas escolas estão adotando como livro para-didático; o filme já foi lançado, assim como jogos e outros artigos. O que há em relação a ele? Trata-se da história de um menino bruxo, que é aluno de uma escola de feitiçaria, na qual se aprende rituais de magia, como fazer poções mágicas, e, através de feitiços, se vingar de pessoas de quem não gosta. Dentro de toda essa fantasia, sabemos que o Deus da Bíblia não pode nunca se ajustar ao mundo de Harry Potter, onde ele mesmo faz suas escolhas, onde não existe Deus, onde a manipulação das pessoas pode ser ensinada como uma matéria escolar, onde não existe respeito, afinal os protegidos podem fazer o que quiser, pois estão acima de todos os outros. O mundo de Harry Potter é amargo, sombrio, doentio, frio, repleto de figuras horrendas e macabras.


Pais, a Palavra de Deus diz que a feitiçaria é abominável ao Senhor (Dt 18:10-14), que é uma obra da carne (Gl 5:20) e que os feiticeiros arderão no fogo (Ap. 21:8). Não podemos, de forma alguma, permitir que esses conceitos malignos penetrem na mente dos nossos filhos. Em Deuteronômio 11:19 o Senhor nos exorta a ensinarmos os Seus mandamentos aos nossos filhos em todos os momentos.


Esforce-se para parar e ouvir o seu filho. Censurar não é o bastante. Somente dizer: "Não pode!", não resolve o problema. Precisamos ensinar os nossos filhos a pensar e a discernir entre o bem e o mal, firmando-os na Palavra de Deus, construindo neles o caráter de Jesus. Eles são herança do Senhor e daremos contas de suas vidas a Ele. Ame-os e ensine-os a amar a Deus sobre todas as coisas, e não esqueçam que, nós pais, somos a janela pela qual nossos filhos vêem a Deus.


Como estão os nossos vidros? Limpos? E os nossos umbrais? Aspergidos pelo sangue do Cordeiro? Se assim for, que maravilha! Juntos estamos formando a igreja pura, santa e irrepreensível. Se não for, ainda há tempo. Busque ao Senhor e Ele lhe ajudará.

Prs. Luiz Renato e Regina Vasconcelos

LIDERANDO NOSSA GERAÇÃO NO LAR, IGREJA, ESCOLA E SOCIEDADE







Nas Sagradas Escrituras encontramos diferentes exemplos de homens e mulheres que exerceram liderança em uma geração. Ou seja, investiram toda uma vida por mais de 40 anos e deixaram uma herança para sua família, sua nação e para o mundo. Em Gênesis 5 podemos ler sobre o impacto de uma geração sobre outra até chegar a Noé. Líderes como Abraão que creu em algo melhor para seus descendentes, como José, Moisés, Josué, Calebe, o Rei Davi e muitos outros. Eles ganharam o respeito, a admiração e a lealdade de seus seguidores a quem serviram enquanto tratavam com suas limitações e as venciam. A falta de recursos, o desalento e a solidão não os impediram de conquistar impérios, tomar cidades, ganhar batalhas e serem a mensagem vivente de Deus para deixar um legado a sua geração.

O caráter de uma nação é a soma do caráter de seus cidadãos. Talvez não possamos influir sobre toda a nação, mas podemos formar aqueles que chegarão a influir sobre ela. Só o caráter de Jesus Cristo permanecerá para sempre, o resto terminará; isso implica no desafio de ser um líder modelo com os diferenciais que Deus tem para nossa vida. O chamado não é uma tarefa de curto prazo, o chamado é para influir direta e intencionalmente até a terceira geração. Dt 6:2,10 – Sl 78.

Para liderar uma geração é necessário ter uma visão de longo prazo. Onde está focada sua influência? Qual a mensagem de vida que você está construindo enquanto passam os anos? Como você a direciona? Quanto tempo levará esta mensagem? Qual será seu legado a suas futuras gerações? No caso dos pais de família: Qual a influência que vocês têm sobre seus filhos? Observe a obediência deles e como ela aumenta quando chegam na adolescência. Vocês gozam de credibilidade e confiança para que eles possam aprender com vocês? Quais são os limites de sua influência?

Sua identidade tem características como: respeito, experiência, força emocional, destreza nas relações com as pessoas, disciplina, visão, iniciativa, impulso, conhecer o momento oportuno, integridade, responsabilidade, determinação, perseverança, paciência, humildade. A lista pode continuar e alguém pode perguntar: Onde estão os líderes? Nos modelos bíblicos emergem os princípios bíblicos manifestando auto-governo ao colocar a alma debaixo de disciplina e admoestação do Senhor, mordomia ao tratar com a propriedade e a administração da consciência, o pacto quando vemos como suas vidas giraram em torno da relação com equipes de trabalho e com grupos de pessoas.

1.1 Um modelo digno para imitar



sábado, 26 de fevereiro de 2011

APRENDENDO A ENSINAR


 

 

“Nenhum homem jamais descobre realmente aquilo em que acredita até que começa a instruir os filhos”. (Anônimo)

 

Ah, filhos... Já disse o poeta que melhor seria se... Será?
Somos quiçá capazes de imaginar como realmente seria a casa vazia, sem as risadas, a bagunça, o abraço... sem eles? E no entanto, não são poucas as vezes que olhamos para os nossos meninos e exclamamos, num misto de aflição e culpa: “O que está acontecendo com meu filho? Onde foi que nós erramos?”
A resposta a estas questões não é, nem de longe, simples. Mas é possível se refletirmos sobre quais princípios têm norteado a criação de filhos em nossa sociedade. Talvez uma rápida pincelada sobre as motivações que nos levam a falar, falar, gritar, brigar, bater (e nada resolver...) possa nos ajudar a discernir qual tem sido realmente o problema.
Todos sabemos que a infância é um período determinante na vida humana. São cerca de seis a sete anos em que as experiências vividas tornam-se fundamentais, por serem as primeiras. Nessa medida, todo cuidado é pouco na ação e reação ao que as crianças dizem, fazem e sentem. Nossos filhos não somente ouvem o que falamos, mas sim como falamos. E a forma como manifestamos a eles nossos temores, dúvidas e desaprovações lhes traduz nosso interior, o que sentimos, muito mais do que as mensagens que queremos lhes transmitir através de ordens e recomendações.
Como educadora, uma das frases que mais freqüentemente ouço é “Ele não se importa com o que digo”. Realmente, não se importa nem nunca vai se importar, se o que você diz não traduz quem você é. As crianças, justamente por terem pouco tempo de vida em sociedade, não re/conhecem os “meandros da sociabilidade”, que cerceiam nossas palavras e ações. Elas lidam com a VERDADE no seu mais concreto estado. Se dissermos a uma criança de 3 anos que seu pai está preso no trânsito, tenha certeza de que, para ela, o pai está “amarrado” literalmente, pois nesta idade a capacidade de abstração ainda não existe. Não é o que a palavra pode indicar em seus vários sentidos, mas o que a criança reconhece como sentido que faz sentido para ela. E, na 1ª infância, ela reconhece aquilo que vê, sente, toca e experimenta concretamente. E o que ela reconhece como sentido é o que aprende observando os adultos mais próximos, sua família. Este é o primeiro princípio. As crianças têm olhos especiais, diferentes dos nossos e, se seu olhar foi contaminado, temos nossa parcela de responsabilidade.
Precisamos encarar de frente o fato de que temos falhado, família e escola, no modo de educar nossas crianças porque, apesar do grande salto tecnológico deste século, ainda estamos presos aos velhos paradigmas e julgamos desnecessário conhecer como elas são, pensam e sentem. E desconhecemos porque não obedecemos ao segundo princípio, ou seja, não nos tornamos como elas mas apenas deduzimos, do alto de nossa onipotência, que sabemos como as coisas funcionam e como fazer. “É só educar como fui educado ou exatamente ao contrário”. Simples? Nem um pouco, se considerarmos que estamos partindo de um ponto de vista adulto, pré-concebido e não do que a criança realmente é, de sua individualidade, que precisa ser conhecida por cada pai e cada mãe, de forma única porque única é. Cai então o mito de que criamos a todos da mesma forma: não podemos nunca realizar esse “sonho”, pois os irmãos insistem nessa “inconveniência” de nascerem diferentes entre sí. Seria melhor se fossem iguais, daria menos trabalho... E então nos guiamos pelo senso comum, aplicamos fórmulas, reagimos em função do que vai “parecer” melhor. Melhor para quem, cara pálida? No final, o que resta é um imenso sentimento de culpa por não termos feito tudo que realmente queríamos e precisávamos fazer. E quem disse que podemos fazer tudo? Perdemos tempo e energia em querer fazer o TUDO e nos esquecemos do ESSENCIAL que, como nos disse uma criança (sábias crianças! Feliz de quem se permite ouvi-las!) chamada “Pequeno Príncipe”, “é invisível aos olhos...”
O essencial para educar é ser educado e este é o terceiro princípio: só podemos dar o que recebemos ou buscamos receber. E como poderemos ser bons pais e mães se tudo o que temos é a experiência de aprender com os próprios erros, quando às vezes já é tarde demais? Precisamos quebrar paradigmas, pré-conceitos que nos impedem de sermos homens e mulheres plenos de humanidade e de gerarmos frutos saudáveis. Precisamos aprender sim, a todo instante, através do conhecimento acumulado e, principalmente, através da observação e compreensão de como somos nós, de verdade, e de como são nossas crianças. Bruno Bettelheim, famoso estudioso do comportamento infantil, disse que “a maior parte das tragédias familiares e muito da violência poderia ser evitada se os pais pudessem se livrar de noções pré-concebidas que sobre como eles ou seus filhos deveriam ser”.
Por fim, o quarto princípio que deve ser questionado é o negativismo do erro. Nossa intolerância com o erro, seja em que situação for, nos priva do caráter pedagógico da experiência. A própria palavra experiência carrega, simbolicamente, o risco, a tentativa, a incerteza do acerto. É necessário que tomemos as rédeas de nossas vidas de uma vez, não permitindo que a expectativa de uma perfeição que não existe venha a nos cegar para o entendimento de que a vida é uma sucessão de riscos que, não necessariamente serão mortais, pois não estamos à deriva no espaço sideral. Se estamos, como explicar o fato de que ainda não nos auto-destruímos, já que munição é o que não falta??? Quando nossos filhos erram, não estão nos desafiando ou provando nossa incapacidade de lhes transmitir noções de conduta... Eles “erram” porque vivem e têm o direito de experimentarem a vida.
Até quando, apesar de termos feito tudo o que fizemos, ainda seremos os mesmos e viveremos como nossos pais?

Maria Isabel Fester, 31, casada, membro da Ig Presb da Barra da Tijuca/RJ, onde coordena o MICID (Ministério da Cidadania). É educadora e pedagoga e trabalha como professora da Rede Municipal do RJ.
Artigo publicado na revista Entre Nós

A CRIANÇA E O CULTO CRISTÃO









A participação da criança no culto cristão é de suma importância para o seu desenvolvimento espiritual. Aos pais cabe ensiná-la à tomar parte no programa e à tirar o máximo proveito de tudo.




A criança que participa do culto cristão agrada a Deus e se beneficia; certamente ela terá prazer em estar na Casa de Deus. Infelizmente são poucos os pais que se conscientizam desta realidade e orientam seus filhos, desde cedo, a tomarem parte ativa no culto.


É comum vermos crianças em idade escolar sem qualquer motivação para o programa de adoração na igreja. Elas se movimentam, falam alto, brincam e fazem outras atividades, menos cultuar ao Senhor..


Os pais alegam que o programa é para adultos, mas se a criança participar dos cânticos, da leitura bíblica e das orações (acompanhando-as com reverência), sentir-se-á integrada e não desejará perder os cultos. Ordens, reprimendas, exigências ou castigos, de pouco valor serão para a integração da criança no culto, que deve ser espontâneo e racional, uma oferta agradável a Deus. É no lar que os pais poderão conversar sobre o que é o culto. Cultuar é adorar e o nosso Deus é merecedor de nossa adoração. Cada parte do culto deve ser explicada à criança: os hinos, as orações, a oferta e a mensagem. Uma pessoa sem orientação se sente perdida, sem interesse, e para a criança é muito difícil suportar uma hora (e às vezes mais) sobre um assunto desconhecido. Os professores podem orientar seus alunos a participarem da seguinte forma: segurando a Bíblia durante a leitura, colocando a oferta no gazofilácio . A criança deve ser orientada sobre a oração pública durante o culto para dela participar racionalmente. Quando a equipe de louvor estiver ministrando, ajude-a a observar a letra do cântico. Encoraje a criança a observar cada parte do culto e como cada pessoa tem uma função importante. Ensine-lhe: - Você poderá participar hoje com a sua observação, pensando que tudo é feito para agradar a Deus. Preste bem atenção agora e você descobrirá como poderá servir ao Senhor em Sua casa, quando você crê..

ENSINO PARA CRIANÇAS




"Instrui o menino no caminho em que deve andar e, quando envelhecer, não se desviará dele”   Pv 22.6


Instrua
Não poderíamos falar em EBD sem tecer alguns comentários sobre a necessidade de se dar maior atenção às nossas crianças, considerando que elas não têm ocupado o lugar que realmente merecem em nossas Igrejas. Todos sabemos que esta é a melhor fase da vida para a aprendizagem, pois o coração da criança é como uma terra fértil, que deve ser cultivada antes que nela seja lançada outra semente. Só assim teremos no futuro uma Igreja forte, cheia de jovens e homens maduros, convictos da salvação e libertos das inúmeras cadeias que escravizam o mundo.

“Educai as crianças e não será preciso punir os homens”.
Pesa sobre os nossos ombros a responsabilidade de alcançar as crianças para o Reino de Deus, antes que sejam destruídas pelo pecado. Elas podem ser comparadas aos filhotes de passarinhos que ficam com o biquinho aberto à espera do alimento. Devemos levar-lhes o melhor de todos os alimentos – A Palavra de Deus – para que cresçam em estatura, sabedoria e graça diante do Senhor(I Pedro 2:2).
Paralelo a essa necessidade vem a importância de possuirmos professores preparados. Criança exige métodos especiais de ensino. Mesmo considerando uma só faixa etária se faz necessário atender às diferenças individuais.
Exemplo: em um grupo de crianças de 8 anos de idade, nem todas aprendem a mesma coisa no mesmo espaço de tempo. É necessário que o professor conheça individualmente a criança. Mantendo um fichário com os seus dados pessoais para programar suas atividades, visando o aprendizado.



Finalidades da Escola Bíblica Dominical
Levar a criança a aceitar a Cristo com Salvador pessoal, fazendo-a conhecer a vontade de Deus para a sua vida.
Desenvolver na criança hábitos cristãos, baseados na doutrina bíblica e numa vida reta de adoração a Deus.
Ajudar a criança a crescer espiritualmente através da oração e da leitura da Palavra de Deus.
Levar a criança a servir a Cristo, incentivando-a a evangelizar, a participar dos trabalhos da Igreja; demonstrando, assim, o seu amor à Cristo, à família e ao próximo.
Auxiliar a Igreja em seus trabalhos de educação religiosa e moral, no setor da escola bíblica dominical.
Cooperar com os pais na educação dos filhos.



Como Organização
Deve compor-se de: líder do ministério local, professores para cada faixa etária, professora de música, professora para programas especiais, secretaria, dentre outros.

Local: o departamento da Escola Bíblica Dominical de crianças deve ficar separada das atividades dos adultos, adolescentes e jovens. Toda a Igreja deve possuir um salão ou área para o trabalho com as crianças.

Exemplo adequado para divisão em faixas etárias:
  1. Maternal e berçário
  2. 0 a 2 anos Jardim
  3. 3 a 5 anos Primário
  4. 6 a 8 anos Juniores
  5. 9 a 12 anos Adolescentes
Material para Funcionamento da EBD
É necessário planejar e preparar o material a ser utilizado: quadro-negro, apagador, cadeirinha (para crianças menores), mesas para trabalhos manuais, cartolina, papel cartão, papel ofício, giz de cera, lápis de cor, cola, tesoura, cartazes, massa de modelar, flanelógrafo, cenários de flanela, história visualizadas, corinhos visualizados.



Procedimentos da Escola Bíblica Dominical


 O Cântico é de grande valor.
Através do cântico, a criança aprende a adorar, a reverenciar a Deus e entender as verdades bíblicas. Quando os cânticos são ensinados com gestos, a criança participa ativamente, e constitue um meio para se movimentar e desprender energia. Por intermédio do cântico outras pessoas poderão ser evangelizadas. Escolha os cânticos com antecedência visando o alvo principal da lição.
Para ensinar um cântico o professor deverá seguir os seguintes passos:
· Escrever a letra em cartolina, papel cartão ou quadro-negro.
· Cantar uma vez só, a música toda.
· Explicar o significado das palavras difíceis e a mensagem do cântico.
· Cantar frase por frase com as crianças e repetir partes difíceis até que as dúvidas fiquem    esclarecidas.
· Repetir o cântico todo, várias vezes, para que as crianças aprendam de cor.

Alguns métodos que tornarão o período de cânticos mais atraente:
· Ilustre os cânticos, utilizando figuras de peixe, barco, casa, menino orando, frutas, etc., escreva com letra grande o cântico.
· Evite escrita preta em cartolina escura, porque dificultará a leitura.
· Use letras num tamanho que seja visto pelas crianças da última fila de cadeiras.
· Aprenda bem para ensinar bem. Seja afinada e tenha bom ritmo, isto influenciará na voz infantil que está em desenvolvimento.

Memorização de versículos bíblicos.
O período de memorização de versículo bíblico é muito importante e deve se tornar muito interessante e alegre para as crianças, uma vez que elas gostam de memorizar. A infância é uma idade própria para memorização, por isso devemos aproveita-la para criar na criança o amor e a reverência pela Palavra de Deus. O Espírito Santo poderá, nesta fase, convencer do perigo do pecado, fortalecer a vida espiritual e preparar os pequeninos para a vida eterna. Para que o professor atinja seu objetivo, ou seja, as memorizações de versículos bíblicos são necessárias que se prepare com antecedência tanto o material a ser usado como a se próprio (o professor), sabendo de cor o versículo a ser usado e seu significado. Passo que auxiliarão o professor no ensino de versículo bíblico:
· Ler diretamente na Bíblia o versículo a ser ensinado.
· Explicar o significado das palavras.
· Explicar a mensagem que o versículo contém. · Repetir várias vezes até que se memorize.
· A referência deve ser juntamente com o versículo, no princípio e no fim.
· Dividir o versículo em partes, para facilitar a memorização dos menores de 6 anos. obs.: Tanto os cânticos quanto os versículos devem estar relacionados com a lição.



A Arte de Contar Histórias


Histórias
são sempre um fato de grande interesse e de muito valor, tanto nas classes da EBD como nos cultos infantis. O próprio Jesus gostava de contar histórias; usou este método em grande parte de seus ensinos, apresentando histórias em forma de parábolas. Exemplos de algumas comparações usadas por Jesus:
· O filho pródigo (Lucas 15)
· O bom samaritano (Lucas 10)
· As dez virgens (Mateus 25)
· A ovelha perdida (Lucas 15)
A Bíblia é um forte de lindas e ótimas histórias para as crianças, no Velho Testamento e no Novo Testamento.

O Valor da História:
· Traz contentamento à criança.
· Traz emoção e desperta idéias.
· Faz com que a criança veja a si mesma nos personagens apresentados, podendo ser usadas para corrigir maus hábitos.
· Cultiva o prazer pela arte.
· Ajuda na formação de decisões.
· Esclarece verdades espirituais e estabelece amizade e simpatia entre o aluno e o professor.
· Auxilia a criança na resolução de problemas íntimos e cria o desejo de ser útil a Deus e ao próximo.

Preparação de uma História ou Lição Bíblica>
Todo professor precisa saber que, ao aceitar a incumbência de contar uma história bíblica para a classe de crianças, está assumindo um compromisso com Deus, ele será o porta-vozes da Palavra de Deus. Portanto, devemos fazer com dedicação e amor o trabalho que nos foi confiado, pois a Bíblia diz que é “maldito aquele que fizer a obra do Senhor fraudulentamente” Jr 48:10.
Para alcançar bons resultados, devemos orar e nos entregar nas mãos do Senhor, para que Ele possa nos usar conforme a sua vontade. O êxito no trabalho com seus múltiplos resultados, pertence ao Senhor Jesus. Quanto a você, como professor, deverá proceder do seguinte modo:
· Orar.
· Estudar o texto bíblico e o contexto.
· Estudar o livro da história (manual ou revista). · Fazer um esboço da lição.
· Preparar o material visual com bastante antecedência, treinar e colocar em ordem.

Alguns Lembretes Importantes:
· Estude bem a lição ou história que você vai ensinar, para contá-la com suas próprias palavras são seguindo roteiro.
· Prepare todo material que você vai usar com bastante antecedência. O aluno ao entrar na sala ou local a reunião deverá encontrar tudo em seus lugares.
· Cuide de sua aparência pessoal, isto é muito importante para quem ensina. A criança é imitadora, por isso você deve estar sempre sorridente, bem disposto.
· Sua missão é importante, você está transmitindo a criança a Palavra de Deus, deixe Cristo aparecer através de você! Fique na dependência do Espírito Santo.
· Finalmente, faça tudo que puder pela causa do mestre. Você é um professor-evangelista de crianças.
Insista! Pregue! Fale! Ore! Ensine!
Alcance as crianças para Cristo fazendo-as entrar em íntima comunhão com o Senhor!